O Espelho que Não Reflete
A simplicidade formal de “O Espelho que Não Reflete” convida o observador a confrontar a ausência de si mesmo, propondo uma reflexão sobre identidade, os efeitos da uniformização e a importância da singularidade em um mundo que constantemente ameaça apagá-la. A obra tenciona instigar questionamentos sobre o que significa ser único em uma realidade cada vez mais padronizada.